Apanhando – literalmente – na meditação zazen

Soji-ji

Com o objetivo de ter o máximo possível de experiências para entender a cultura japonesa, fui fazer uma meditação zazen. Fui… mas andando para trás pois minha relação com a meditação nunca foi muito boa. Já usei palavras como frustração, desespero e até mesmo tortura para descrever aqueles benditos 5 minutos de meditação pós yoga. Sou aquela pessoa que insulta o instrutor mentalmente (durante 5 minutos, é muito tempo, são muitos insultos), quando ele diz com sua voz de santa lesma zen ” agora esvazie sua mente”. Neste exato momento todas as gavetas do meu inconsciente se abrem e jorros de palavras são projetados delas.

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Minha descida aos infernos – parte 2

Osorezan

Lembram de mim? Sou aquela pessoa que prometeu para vocês – há um século – a parte seguinte deste texto aqui… Eu poderia dar um monte de boas desculpas (que blogueiro nunca começou um texto se desculpando por sua ausência? Sério, gente dos blogs, precisamos fazer um hangout para falar sobre isso. Pelo direito de não escrever! Sem sentir culpa! E fora Temer!), mas não vou. Só vou dar uma desculpazinhazica: as perebas tiveram que ser curadas e isso levou um certo tempo. Você não vai aos infernos simplesmente à passeio. Você vai, resolve coisas, e volta. Mudado.

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Como riem as japonesas

Kyoto

Tenho um ritual matinal que me persegue há anos. Até já tentei mudá-lo – sair para fazer ginástica por exemplo (hahahaha), ou para tirar fotos aproveitando a luz das seis da madruga (gargalhada aqui), ou até levantando/se arrumando/tomando café como a maioria das pessoas – mas não adianta, ele se agarrou em mim como carrapato.

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Sobre aquele vídeo das escolas japonesas

Sabe aquele vídeo que aparece muito nas redes sociais sobre como a escola japonesa está entre as melhores do mundo? Pois é, ele me incomoda um pouco. Não que haja algo errado no que é dito, o vídeo é bem feito, diz a verdade. Diz uma verdade. Diz uma verdade bem cor de rosa.

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Lei de Murphy em Kyoto

Se tem algo que funciona bem no Japão é a previsão do tempo. Chega a ser irritante. Está o maior sol lá fora, nenhuma nuvem no horizonte e o aplicativo do tempo diz que vai chover em 20 minutos. Você imagina que “esse treco deve estar errado” pois “não é uma ciência exata” – blábláblábláblá – e sai sem sombrinha. 19 minutos depois chove aquela chuva que molha até a alma. Erraram por um minuto, não é uma ciência exata mesmo, ranhanhanhanhá, você tinha razão.

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Insônia japonesa

Parece que teu corpo quer te passar a perna quando você está estressada e tem insônia. O safado reconhece os sintomas do estresse: tua cabeça gira a mil por hora, você mata todas as tarefas que estavam empilhadas há meses, você responde aos e-mails atrasados (de 2015), tudo isso no mesmo dia. Como a adrenalina ainda não abaixou você decide que precisa limpar o teto do banheiro, às 21h00 horas… Mas o que faz teu corpo quando te acorda no dia seguinte às 5h00 da madrugada ao invés de te deixar dormir? Ele quer o teu couro, só pode ser.

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Central do textão

Essa coisa de escrever está lá na Central do Textão. E o que eu fiz para agradecer? Passei três meses sem publicar nada. Em blog nenhum. Não publiquei mas tirei fotos. Não publiquei mas escrevi. Não publiquei mas li muito. Não publiquei mas abri o olhão. Não publiquei pois me deu um cagaço daqueles.
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A ilha do Lenine

Ilha do Mel

A Ilha do Lenine

Sabem por que adoro fazer pesquisa? Pois você sempre acaba topando com algo inesperado. Algo totalmente UAU! Algo que te faz jubilar. Pulei portanto de alegria quando tropiquei com um livro escrito por Lenine Avi. Descobri que ele e o Meirelles foram amigos e acredito que tenham aprontado poucas e boas na Ilha do Mel. Acredito? Não… Sei que aprontaram pois está escrito no livro.

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Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres

Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres
Que nome lindo esse. Dá vontade de buscar mais informações e fazer pesquisa sobre a origem do forte da Ilha do Mel (e de seu nome). Mas não farei isso hoje. Hoje, gostaria de papear sobre…
Abrindo parênteses.
Não aguentei, tive que ir buscar. Mas antes me perdi nas redes sociais, esqueci o que estava buscando, fiz um chá, conversei com uns amigos no zapzap, voltei aqui, lembrei, rebusquei e lá vai:

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Histórias do Meirelles – projeto

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Escrevo normalmente histórias curtas, contos e fábulas. O texto vem para mim naturalmente, nunca penso muito sobre o que vou escrever ou sobre como vou escrever. Nunca sei onde a história vai chegar, ela simplesmente chega. Esse momento de criação não planejada é um puro prazer para mim. Um momento de liberdade.

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